Ficou com sequela depois de um acidente?

Grande ou pequena, de trabalho ou fora dele. O INSS tem um pagamento mensal pra quem se enquadra. Pode ser pro seu caso.

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Trabalhador em recuperação após acidente
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Você se identifica com alguma dessas situações?

A lei não exige que a sequela seja grave. Qualquer redução permanente de capacidade pode gerar direito.

"Sofri um acidente de moto e fiquei com limitação no joelho. Consigo trabalhar, mas com dificuldade."

"Tive uma lesão no ombro no trabalho. Fiz fisioterapia, mas nunca voltou ao normal."

"Me acidentei em casa, quebrei o punho e perdi parte do movimento. Isso também dá direito?"

"Recebi alta do auxílio-doença mas ainda sinto dor e limitação. O INSS não falou nada sobre auxílio-acidente."

"Tenho LER/DORT do trabalho. Minha capacidade reduziu mas continuo trabalhando."

"Caí da escada e fraturei a coluna. Voltei a trabalhar, mas não aguento mais peso como antes."

"Sofri um acidente de carro indo pro trabalho. Fiquei com dor crônica no pescoço."

"Perdi parte da audição depois de um acidente com máquina. Será que conta?"

"Fiz cirurgia no menisco depois de uma queda. O médico disse que ficou sequela permanente."

"Sou costureira, tive lesão por esforço repetitivo e perdi força na mão direita."

Também reunimos uma página com situações comuns por lesão: mão, ombro, joelho, coluna, visão, amputação, pino, placa e outras sequelas.

Ver auxílio-acidente por tipo de lesão

Se você se identificou com alguma dessas situações, pode ter direito ao benefício.

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Bernardo Mesquita — advogado previdenciário

Quem vai cuidar do seu caso

Advogado formado pela PUC Minas em 2018. Atua em direito previdenciário, com foco em benefícios do INSS: aposentadorias, auxílios, pensões, BPC e revisões.

Cada acidente é diferente. Antes de qualquer estratégia, escuto sua história, analiso a documentação médica e digo, com honestidade, se vale a pena seguir.

Bernardo Augusto Morais Mesquita — OAB/MG nº 193.254

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O que é o auxílio-acidente

O auxílio-acidente é um benefício indenizatório pago pelo INSS ao segurado que, após acidente de qualquer natureza, ficou com sequela permanente que reduz a capacidade para o trabalho habitual. O benefício não exige incapacidade total — basta que haja redução da capacidade.

Diferente do auxílio-doença, o auxílio-acidente permite que o segurado continue trabalhando normalmente. O valor corresponde a 50% do salário de benefício e é pago junto com o salário ou outros rendimentos do trabalho.

Em 2026, o piso do auxílio-acidente é de R$ 810,50 (50% do salário mínimo de R$ 1.621,00). Por ter natureza indenizatória, o valor pode ser inferior ao salário mínimo.

Auxílio-doença

Tipo
Substitui a renda
Incapacidade
Temporária para o trabalho
Valor
91% do salário de benefício
Pode trabalhar?
Não

Auxílio-acidente

Tipo
Indenizatório
Incapacidade
Sequela permanente (redução)
Valor
50% do salário de benefício
Pode trabalhar?
Sim

Quem tem direito

Têm direito

  • Empregado CLT (urbano e rural)
  • Empregado doméstico
  • Trabalhador avulso
  • Segurado especial

Não têm direito

  • Contribuinte individual (autônomo/MEI)
  • Segurado facultativo

Requisitos

  • Qualidade de segurado (estar contribuindo ou no período de graça)
  • Acidente de qualquer natureza (trabalho, trânsito, doméstico, esporte)
  • Sequela permanente comprovada (lesão definitiva)
  • Redução da capacidade para o trabalho habitual (não exige percentual mínimo)

Preenche esses requisitos? Entre em contato e descubra se o seu caso se enquadra.

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O que o INSS não conta

Informações que fazem diferença na hora de buscar seu direito.

O auxílio-acidente vale para acidentes de qualquer natureza, não apenas de trabalho.

Não existe percentual mínimo de redução — mesmo limitações pequenas podem gerar direito.

O benefício é pago junto com seu salário, sem impedir que você trabalhe.

A alta do auxílio-doença não significa que você perdeu direitos — pode ser o momento de pedir o auxílio-acidente.

O INSS nega a maioria dos pedidos na via administrativa, mas a Justiça costuma reverter quando há documentação adequada.

Não aceite uma negativa do INSS sem antes consultar um advogado.

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Como funciona o processo

Análise do caso

Avaliamos sua documentação médica, laudos e exames para identificar se há sequela permanente e redução da capacidade.

Requerimento ou recurso

Realizamos o pedido administrativo junto ao INSS ou entramos com recurso/ação judicial se já houve negativa.

Acompanhamento da perícia

Orientamos sobre a perícia médica e preparamos a documentação para sustentar o pedido.

Resultado

Acompanhamos o processo até a concessão do benefício e conferimos se o valor está correto.

Dúvidas frequentes

Ficou com sequelas de um acidente? Não deixe de buscar o que é seu por direito.

Um advogado previdenciário pode analisar sua documentação médica e identificar se você tem direito ao auxílio-acidente.

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Onde estamos

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Nosso escritório fica em Minas Gerais, mas você é atendido por videoconferência ou WhatsApp, esteja onde estiver.